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Terça-feira, 28 de Abril de 2026

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Mulher mascarada que torturou homem no DF havia sido absolvida de crime no Entorno há um mês

Histórico recente na Justiça de Goiás e absolvição por falta de provas antecederam prisão em flagrante no DF por tortura, roubo e cárcere privado, em caso que ganhou repercussão após vídeos gravados pela própria suspeita.

Redação
Por Redação
Mulher mascarada que torturou homem no DF havia sido absolvida de crime no Entorno há um mês
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A mulher presa em flagrante nesta quarta-feira (25/02) após torturar, roubar e manter um homem em cárcere privado no Distrito Federal possui um histórico recente na Justiça goiana. Um mês antes de protagonizar as cenas de violência que viralizaram nas redes sociais, Beatriz Elissandra Marques Carvalho, de 24 anos, sentou no banco dos réus e foi absolvida de uma acusação no Entorno de Brasília.

Fontes do Entorno News apontaram que, em 2024, Beatriz foi acusada de furtar uma televisão na cidade de Águas Lindas de Goiás, onde residia naquele ano. No entanto, no último dia 27 de janeiro, a Justiça de Goiás julgou a ação totalmente improcedente por falta de provas, determinando o arquivamento do processo.

Livre das pendências no Entorno, Beatriz voltou aos holofotes policiais em uma ocorrência de extrema gravidade em Ceilândia (DF). Ela foi presa em flagrante na quarta-feira após uma sessão de tortura que teve início na noite anterior, em uma residência na QNM 6.

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Segundo as investigações, a suspeita conheceu a vítima em um bar e o levou para uma casa, onde tentou dopá-lo misturando o medicamento Clonazepam na água. Ao perceber que o homem não havia dormido o suficiente, Beatriz iniciou uma série de agressões físicas, causando lesões graves no rosto da vítima. O objetivo seria subtrair os pertences do homem: um celular, uma blusa e um par de tênis.

O caso ganhou repercussão após a própria autora gravar a ação. Nas imagens, Beatriz aparece com o rosto coberto por uma máscara, exibindo objetos para a câmera, incluindo um isqueiro aceso em tom de ameaça.

O desfecho da ocorrência chamou a atenção das autoridades pela frieza. A prisão em flagrante não ocorreu no local do crime, mas sim na Unidade de Pronto Atendimento I (UPA) de Ceilândia. A suspeita compareceu à unidade de saúde, onde a vítima recebia atendimento médico, com a intenção declarada de procurá-lo para “terminar o serviço”, momento em que foi detida pelas forças de segurança.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) segue investigando o caso, e Beatriz agora responderá pelos crimes cometidos no DF.

 
 
FONTE/CRÉDITOS: Via Entorno News
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